Tardia essa consciência de que a posse é uma quimera.
Quando sentisse que já lhe escapava, houvesse lhe franqueado a liberdade ,esta também lhe serviria.
Ao se dar conta, apenas bem adiante de a vida ter estado por um fio, colocou-se em um cenário restrito, no qual a lealdade (provavelmente elogiada) continua sendo a de um amor fraterno e só, como antes e há muito, sem a aventura do desejo renovável que, sim, é passível de acontecer para algumas poucas almas afins. Não era o caso.
Tristemente empurram-se anos, décadas, cadeiras de rodas.
Isto, agora? Trégua, se já não há guerra? Pretensa altivez, a revelar desdém? A ver. Mas fica a lição: ninguém é de ninguém!
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